Sinalização – Ponderações à Luz da Psicologia

Autores
Antonio Clóvis Pinto “Coca” Ferraz (Coordenador)
USP – São Carlos

Adriane Monteiro Fontana
FATEC – São Caetano do Sul

Luciana Maria Gasparelo Spigolon
FATEC – Ribeirão Preto

Arlete Aparecida da Rocha (in memoriam)
UNESP – Ilha Solteira

Rafael Detoni Moraes
UFMT – Cuiabá

Descrição

A sinalização de trânsito deve obrigatoriamente ser padronizada em um país. Mesmo em nível internacional, tanto quanto possível, a padronização é necessária, sobretudo com o advento do fenômeno da globalização em que as pessoas passaram a dirigir com mais frequência em outros países.

No Brasil, os manuais de sinalização elaborados pelo Conselho Nacional de Trânsito (CONTRAN) cumprem essa finalidade ao definir os padrões para os diversos tipos de sinalização: vertical, horizontal, indicativa e semafórica.

No entanto, com o objetivo de reduzir a acidentalidade e/ou promover melhorias no aspecto estético da sinalização de trânsito, algumas cidades têm implantado inovações que buscam aumentar a conspicuidade (impacto visual, capacidade de chamar a atenção) e melhorar a estética dos sinais, sem, contudo, descaracterizar os padrões legais estabelecidos.

Nesta publicação, são inicialmente discutidos quatro tópicos associados à área de Psicologia: a Teoria das Janelas Quebradas, a Teoria da Habituação, a Psicofísica como instrumento de avaliação da sensibilidade a estímulos e o processo de reação a estímulos visuais.

Em seguida, à luz desses conhecimentos são analisadas as inovações na sinalização de trânsito implementadas em várias cidades.

Também com base nesses conhecimentos e em outros conceitos, são apontadas situações em que alguns tipos de sinais verticais de trânsito são empregados sem necessidade, ou utilizados de forma incorreta, e abordados alguns aspectos pontuais acerca da sinalização horizontal de trânsito.

Especificações

54 páginas – 16×23 – ISBN 978-65-83933-19-5 – Primeira Edição – 2025

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